A maioria das pessoas planeia as suas férias com mais cuidado do que a sua própria vida. Itinerário, alojamento, orçamento – tudo é pensado ao pormenor. Mas quando se trata das grandes questões – sentido, objetivo, direção – muitos permanecem vagos. Porquê?
Cheguei a um ponto em que a frustração e o vazio interior dominavam a minha vida. A alegria era quase impercetível. Então, decidi fazer uma pausa consciente e repensar a minha vida. Não de forma superficial, mas honesta.
Com a Bíblia na mão, fiz a mim mesmo perguntas fundamentais:
Para que vivo? O que deve importar no final da minha vida? Como está a minha relação com Deus – e comigo mesmo?
Foi assim que reencontrei Jesus Cristo. Não como um símbolo religioso, mas como alguém que afeta concretamente a minha vida. Comecei a esclarecer a minha relação com ele – assim como as minhas relações com outras pessoas. Passo a passo, surgiram objetivos claros e alcançáveis. Pela primeira vez, eu sabia para onde estava a ir.
Pois quem não conhece o objetivo dificilmente encontrará o caminho certo.
prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.
Filipenses 3:14
Essas palavras falam de orientação. De uma vida com perspetiva. Não perfeita, não isenta de desafios – mas sustentada por uma esperança clara.
Talvez agora seja um bom momento para se fazer estas perguntas:
Que objetivos marcam a sua vida? Para onde se orienta? E se Deus se dirigisse a si pessoalmente?
Reserve um tempo para refletir sobre isso. Uma vida consciente começa com uma decisão clara.
Texto da semana: Filipenses 3,12-21

