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Jesus – a maior história de amor

Jesus – a maior história de amor

No mundo da música encontramos uma enorme quantidade de poemas que exaltam o amor. O nosso coração tem sede de amor. É porque ele nos ama, que Deus enviou o seu filho único ao mundo. Houve muitas gerações que esperaram a realização desta promessa. Depois, no tempo determinado por Deus, o Salvador  chegou sob a forma de um recém-nascido indefeso, como qualquer ser humano.

Foi aí que Deus veio ao encontro da nossa própria história. O Todo-Poderosos desceu do céu sob uma forma humana e frágil.  Na sua ascendência havia nobres, pobres, pessoas honestas, outras menos dignas de confiança, Israelitas, estrangeiros, ambiciosos, frustrados, mulheres de boa e de menos boa reputação. Ele não teve vergonha deles; viveu uma existência semelhante à nossa, com dificuldades, altos e baixos. 

Em Jesus, Deus mostra-nos o que ele é: amor. Um amor puro. Este amor conduziu Jesus à cruz, onde ele deu a sua vida para nos resgatar.

Texto da semana: Filipenses 2.5-11

Uma colheita tardia

Uma colheita tardia

Sara, uma menina de dez anos, mostrou-se entusiasmada por participar no concurso do girassol mais alto. Colocou cuidadosamente três sementes num grande vaso, regou-as com regularidade e esperou com impaciência  que germinassem. Qual das três sementes produziria o girassol mais alto? A menina observou o vaso todos os dias, mas não se passava nada. Passadas duas semanas, desencorajada e desiludida, abandonou a sua sementeira e esqueceu-se do concurso.

Um ano mais tarde, três magníficos girassóis voltavam-se para o sol do meio dia no vaso abandonado. As sementes esquecidas tinham germinado e nasceram três grandes flores onde as abelhas iam recolher o néctar.

Como aconteceu com a Sara, também nos acontece esperarmos um resultado imediato quando nos envolvemos num qualquer projeto. Mas a Bíblia encoraja-nos a não desistirmos de fazer o bem.

Então, coragem; não vamos desanimar nem abandonar os nossos projetos!

Texto da semana: Isaías 55.10-11

E a corda rebentou…

E a corda rebentou…

Num museu nos Alpes pode ver-se uma corda de sisal que se partiu; está exposta como memorial da trágica morte de quatro alpinistas que desciam o Monte Cervino, depois de o terem escalado em 14 de julho de 1865. Um deles calçava sapatos velhos e não tinha experiência. Quando caiu, arrastou os companheiros para o precipício. A corda de segurança rebentou no momento crucial.

A nossa vida assemelha-se muitas vezes a uma subida. Quantas situações desconhecidas, falta de experiência, perigos e precipícios medonhos!

Ninguém escapa ao risco, nem os profissionais. A nossa vida é frágil e nunca nos oferece uma segurança absoluta.  Aí surge a questão do sentido da existência de Deus…

Feliz aquele que conhece o seu Criador e Salvador! Vale a pena procurá-lo quando tudo corre bem. Ele é absolutamente fiável. O seu amor não tem limites. É uma corda de segurança que nunca  vai  rebentar.

Texto da semana: 2 Samuel 22.31-34

Como te comportas com os mais fracos?

Como te comportas com os mais fracos?

Tenho um amigo com paralisia cerebral; tem movimentos limitados e parcialmente incontrolados. Trabalha num atelier e ganha cerca de 2,04 € à hora. Como tem horário reduzido,  puseram a hipótese de cortarem 20% do seu salário, para aumentarem um funcionário superior.

Fiquei perturbado! O fraco esmagado pelo forte! O meu amigo escolheu ser deficiente?! O isco do ganho pode tornar-nos mal educados, egoístas e injustos. Os que se comportam assim têm mesmo de mudar de mentalidade!

Todos nós cometemos erros e temos fracassos. É por Jesus que encontramos o perdão, a paz e uma nova visão das coisas. A nossa vida será transformada e veremos os necessitados duma outra forma. Deus dá-nos força para lhes concedermos um verdadeiro apoio.

Já tiveste a satisfação de teres podido ajudar o teu próximo?

Texto da semana: Neemias 5.14-19

Um Barman que se torna pescador de homens

Um Barman que se torna pescador de homens

Depois de ter fugido de casa dos meus pais, trabalhei num bar em Itália onde fiz amizades.  Bebíamos muito e consumíamos drogas.  Um dia, pelas quatro da manhã, um colega passou-me para a mão um calendário cristão; tinha-lhe sido oferecido por uma mulher e ele pensou que talvez fosse da minha religião.

Quando amanheceu e já estava a sair da ressaca, comecei a ler as folhas do calendário; na capa vinha o endereço de uma pequena igreja da cidade onde estávamos. Logo que me foi possível fui a essa igreja; aí fui recebido com muito amor e compreeensão, apesar dos meus problemas.

Sendo eu filho de um pastor na Argentina, voltei as costas a Jesus durante onze anos.  Entreguei-me ao álcool e às drogas.  As pessoas que encontrei naquela igreja ajudaram-me a recomeçar uma nova vida com Jesus.

Entretanto regressei à Argentina. Constituí família e agora tenho a alegria de mostrar a muitas pessoas o caminho que leva a Deus. Tive a experiência do filho pródigo que regressou a casa.

Texto da semana: Lucas 15.11-32