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Revoltar-se ou ser grato?

Revoltar-se ou ser grato?

Deus libertou o povo de Israel da escravatura no Egito de uma maneira  poderosa e espetacular. Apesar dos numerosos milagres de que foram alvo e da forma como Deus colmatou todas as suas necessidades, os israelitas rebelaram-se várias vezes contra ele. Ora a rebelião é uma planta que desenvolve raízes profundas e amargas no nosso coração.

Já falou alguma vez contra Deus ao ser atingido pela infelicidade ou por uma catástrofe? Passou-se algo insuportável na sua vida? Há tantos acontecimentos indesejáveis que podem vir contrariar as nossas expectativas… Uma raiz de amargura pode então desenvolver-se no nosso coração. Já lhe aconteceu?

Lamentamo-nos, mas já pensámos em agradecer a Deus por todas as coisas boas que recebemos diariamente? Obrigado pela água fresca, pela comida, pela roupa… a gratidão dissipa a amargura do meu coração, por isso não posso esquecer-me de agradecer a Deus hoje e sempre!

Texto da semana: Lucas 4.31-44

Risco de incêndio

Risco de incêndio

Em outubro de 2013 a seca era preocupante na nossa região. A erva estava seca como palha, as folhas das árvores caíam, as reservas de água baixavam drasticamente. Há muitos meses que não chovia, havia sempre sol e a vegetação secava cada vez mais. Os bombeiros estavam em pé de guerra: era preciso prevenir os incêndios, uma simples beata atirada para o chão poderia causar a destruição de milhares de hectares.

A Bíblia fala de um outro fogo muito perigoso: «Reparem como um pequeno fogo pode incendiar uma grande floresta! Pois a língua é como um fogo… ninguém é capaz de a domesticar.» Tiago 3:5-8. Pois é, cada palavra que sai da boca não pode ser travada e pode causar danos irreparáveis. Quem não foi causa ou vítima disso numa ou noutra ocasião?

Não estamos livres de um mau comportamento, porque somos humanos, mas podemos pedir perdão a Deus  e suplicar o amor e a benevolência que habitam em Jesus Cristo. E com a sua ajuda, vamos utilizar a nossa língua mais vezes para abençoar.

Texto da semana: Efésios 4.25-32

Manobra de diversão

Manobra de diversão

A Bíblia conta a história de um rei de Israel que se chamava Acabe e andava com o coração longe de Deus. Para combater um exército inimigo, estabeleceu aliança com outro rei, mas esse amava a Deus: Josafate. Antes de ir para combate, Josafate tinha vestido os seus trajes reais; mas Acabe disfarçou-se de simples soldado porque pensou: «se os inimigos levarem vantagem, vão matar o rei Josafate pensando que sou eu, e eu poderei fugir e salvar a minha pele». Mas a farda de soldado não lhe serviu de nada, porque foi atingido por uma seta atirada ao acaso. Assim morreu sem dignidade, quase anónimo, o rei de Israel, porque  quis enganar Deus e os homens. Em vez de se virar para Deus e de contar com a sua ajuda para fazer face ao exército inimigo, aquele rei contou apenas com a sua manha e a sua força.

E eu? Com quem conto eu nas batalhas que tenho de travar ao longo da vida? Conto com a minha inteligência, com as minhas forças, com a minha conta bancária, com as minhas relações influentes, ou conto com Deus? É dele, e só dele, que vem a minha salvação para esta vida e para a vida eterna.

Texto da semana: Mateus 13.44-52

Quem é o maior?

Quem é o maior?

Jesus caminhava com os seus discípulos; eles queriam saber qual deles era o maior! Então Jesus mostrou-lhes uma criança e explicou-lhes que ninguém entra no reino dos céus se não for como uma criança.

Ao ouvir isto, os discípulos ficaram dececionados, porque se sentiam importantes. O que quer Jesus dizer com  «ser como uma criança»? Os adultos fazem perguntas como estas: «o que é que eu ganho com isso?», o que é que poderia fazer a Deus para ser alguém importante?». As crianças, pelo contrário, sentem-se dependentes e ficam felizes quendo alguém lhes dedica tempo.

Que poderei eu oferecer a Deus para me tornar um dos grandes no seu reino? Nada! Por outro lado, preciso do seu presente que não mereço: o perdão dos meus pecados, para ser reconciliado com Deus, caso contrário não entrarei no reino dos céus! Confie em Deus como uma criança e aceite este perdão libertador que Jesus ganhou por si através da sua morte na cruz.

Texto da semana: Marcos 10.13-16

Deus não é como pensamos

Deus não é como pensamos

Como é que imagina Deus? Um guerreiro poderoso? Um carrasco? Um homem velho de cabelos brancos? Para muitas pessoas Deus é a imagem de um pai cheio de amor. Mas Deus é também aquele que dá vida à sua criação, que é justo, incorruptível, terno, mas também se pode encolerizar justamente. 

Por causa do mal que o povo de Israel cometeu antes da vinda de Jesus, Deus enviou esse povo para a Babilónia. No meio da desgraça em que viviam, o profeta Isaías exclamou: «Deus quer consolar-vos como uma mãe consola o seu filho. Deus quer combater por vós como uma mãe se bate pelo seu filho. Deus quer cuidar de vós de forma desinteressada e corajosa, tal como uma mãe o faz. Deus usa de paciência para convosco, ele vai restabelecer-vos». As crianças procuram muitas vezes o colo da mãe para se refugiarem. Está surpreendido por Deus ter atitudes maternais para com o seu povo perdido? 

Está desesperado? Ansioso? Sente-se culpado? Descubra o amor, o carinho e a ternura de Deus em Jesus Cristo. 

Texto da semana: 2 Samuel 22.1 a 20