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Sacrifícios porquê?

Sacrifícios porquê?

Muitas vezes o ser humano está pronto a fazer sacrifícios para obter alguma coisa ou ganhar um favor. Consagramos tempo e dinheiro aos nossos  hobbies, às viagens, à família, etc. Até há um centro de fitness que faz publicidade desta maneira: «Nós aqui temos o templo, tu fazes os sacrifícios». Assim ficamos logo a saber o que nos espera.

No Antigo Testamento, que nos fala das relacões entre os homens e Deus antes da vinda de Jesus, ofereciam-se animais em sacrifício, era esse o fio condutor de uma relação quebrada  entre Deus e o homem. Visto que o pecado leva à morte, quando era apresentado o sacrifício no templo o pecado de um homem caía simbolicamente sobre um animal sem defeito, que era morto e seguidamente queimado; desse modo, o animal era sacrificado em lugar do homem.

Com Jesus, em vez do animal ser sacrificado, passou a sê-lo o próprio enviado de Deus. Um ser humano sem pecado, Jesus, dá a sua vida por cada um de nós. Foi por isso que ele aceitou sacrificar a sua vida. Todos os que acreditam nele obtêm o perdão. Jesus pagou tudo por nós. Reconciliou-nos com Deus, sofrendo o castigo em nosso lugar. Os nossos pecados são perdoados. Nós somos libertados. 

Então, segura agora a mão do teu Salvador ! 

Texto da semana: 2 Coríntios 5.21

Ser realmente livre

Ser realmente livre

Qual é o signiificado da palavra «liberdade»? Podermos fazer ou não aquilo que nos agrada? Retirarmo-nos quando nos apetece? Podermos até escolher o momento da nossa morte?

Deus deu-nos mandamentos para o nosso bem. No entanto, ninguém pode dizer que nunca transgrediu um ou outro desses mandamentos, porque o pecado influencia-nos. Mas Jesus veio libertar-nos. Ele até nos proporciona a possibilidade de cumprirmos a sua vontade com alegria e não por obrigação, mas sob a direção do Espírito Santo. A nossa natureza humana opõe-se à vontade de Deus, o que nos coloca num combate contínuo. Que privilégio podermos contar com a paciência de Deus!

A verdadeira liberdade implica uma escolha. És tu que tens de decidir como vais geri-la.  O incomparável amor de Jesus por nós levou-o a morrer pelos nossos pecados. Ele pagou um enorme preço para libertar-nos do egoísmo e tornar-nos capazes de refletir o poder e a glória de Deus.

Texto da semana: Romanos 6.15-23

A chave para uma vida duradoura

A chave para uma vida duradoura

Visto que já sou um sénior, desejo partilhar ativamente a minha fé com jovens muito dinâmicos e motivados; tenho sido beneficiado com a sua simplicidade e abertura de espírito. É certo que tem havido discussões acesas mas enriquecedoras e, apesar das questões e das opiniões diferentes, as nossas relações vão-se aprofundando. 

É sobre a base da confiança que procuro encorajar os jovens na sua procura de Deus; uma relação de confiança entre jovens e idosos é o segredo para chegarmos a intercâmbios bem sucedidos. 

As relações intergeracionais são desejadas por Deus e conformes ao seu conceito de vida. O céu será habitado por pessoas de todas as idades e culturas, por todas as gerações que colocaram exclusivamente a sua confiança em Jesus. 

Vamos então procurar pessoas com as quais possamos partilhar a nossa fé e as nossas experiências. Precisas de ajuda? Contacta-nos. 

Texto da semana: Efésios 3.20-21

É na forja que se fazem os ferreiros

É na forja que se fazem os ferreiros

Os espetadores saltam nas bancadas do estádio e excedem-se; aclamam ruidosamente o seu herói. Os jornalistas  vão ter com o melhor jogador em campo para o entrevistarem e publicam comentários nos jornais de todo o mundo.

Mas atrás deste triunfo escondem-se muitas horas de treino solitário e uma disciplina rigorosa; pensemos também na força mental que é rudemente posta à prova pelos fracassos, os ferimentos, os rumores mediáticos, a crítica do público e o desenrolar do jogo.

Cada atleta tem atrás de si uma certa quantidade de desaires e  dificuldades.

Felizmente teve um treinador que soube encorajá-lo, motivá-lo e lembrar-lhe constantemente o objetivo a atingir.

Os conflitos e as irritações podem também desestabilizar-te na tua vida de fé. Por isso a Bíblia utiliza a imagem do desportista para nos ajudar a ter os olhos fixos no nosso objetivo. E o nosso treinador, o Espírito Santo não deixa de nos sustentar e consolar.

Fica firme, porque a vitória será tua!

Texto da semana: Filipenses 3.12-16

Babilónia – um sistema ultrapassado?

Babilónia – um sistema ultrapassado?

As nossas ruas são invadidas constantemente por multidões que se manifestam contra a poluição ambiental, a corrupção, etc. Movimentos que se levantam contra um sistema que destrói o mundo. Isto faz pensar na cidade da Babilónia que a Bíblia descreve.

Nos tempos da Antiguidade, houve homens que quiseram desafiar Deus com espírito orgulhoso. A construção da Torre de Babel tornou-se símbolo da pretensão e da usurpação da humanidade naquela época. Por isso no último livro da Bíblia, a Babilónia torna-se o símbolo de um sistema egocêntrico, que corre para a ruína causada pela imoralidade, o poder e a ganância neste tempo que avança para o fim.

A maior parte dos jovens que participam nas manifestações talvez não conheça estas noções bíblicas. Eles manifestam-se contra um sistema egoísta e totalitário que, no entanto, não irá mudar com a substituição de alguns governantes. A tão desejada paz continua inatingível.

O que é necessário é haver uma revolução ao nível do nosso coração. Só o Espírito Santo é capaz de produzir mudança naqueles que se submetem humildemente a Jesus Cristo, o Príncipe da paz.

Texto da semana: Apocalipse 18