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Porque Celebramos o Natal?

Porque Celebramos o Natal?

Damos-lhe as boas-vindas a estas 25 perguntas sobre o Natal. Todos os dias vamos levá-lo passo a passo através do grande evento.

Porque celebramos o Natal? Qual é o seu tema principal? No Natal, gastamos e consumimos. Após o confinamento que vivemos, tentámos fazer com que o consumo voltasse ao “normal” o mais rapidamente possível. Mas hoje todos sabemos que as dificuldades ainda não acabaram e que as consequências serão sentidas por muito tempo.

Percebeu na primeira fase do confinamento quão pouco precisamos realmente para sobreviver? Para aqueles de nós que vivem numa cultura orientada para a prosperidade, é tempo de perceber isso. Para aqueles de nós que mal tinham o suficiente para viver antes, tal situação pode tornar-se uma grande ameaça. Ter-se apercebido destas coisas mudou alguma coisa na sua vida?

O Natal celebra a realidade de que Deus nos enviou o seu Filho! Cabe-nos a nós decidir o que vamos fazer com este “presente” histórico dado ao mundo. Nos próximos dias iremos descobrir 24 perguntas que servirão para esclarecer melhor esta verdade.

Jesus respondeu: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. Só através de mim se pode alcançar o Pai.

João 14.6

Texto do dia: João 14.1-14

Verdade e reconciliação

Verdade e reconciliação

Uma ação importante iniciada por Nelson Mandela, antigo presidente da África do Sul, foi a «Comissão de verdade e reconciliação». Pretendia-se examinar os crimes do apartheid e reconciliar a nação por meio de uma amnistia geral; a condição prévia foi o reconhecimento público das injustiças cometidas.

Admitir o erro é o primeiro passo para a reconciliação. Aqueles que admitem um ato perverso  abrem o caminho do perdão. As feridas podem ser curadas se não nos conformarmos com a amargura num papel de vítima, mas se estendermos a mão para um novo «viver juntos» .

A maior reconciliação da história da humanidade aconteceu quando Jesus Cristo assumiu toda a culpabilidade do ser humano e pagou-a com a sua vida na cruz. Aqueles que admitem o seu pecado e pedem perdão são reconciliados com Deus. Todo o que tiver esta experiência do perdão também está apto a perdoar.

Texto da semana: Provérbios 28.13–14

Tudo acaba dentro da caixa

Tudo acaba dentro da caixa

O Monopoly é um dos meus jogos preferidos. A certa altura, descobri como ganhar esse jogo: temos de comprar tudo rapidamente e com avidez. Quando me sinto o rei do jogo, porque sou vencedor, chega o momento pior: no fim, acaba tudo na caixa e o jogo está terminado.

É assim que as coisas funcionam no nosso mundo, nas nossas vidas. No fim, tudo acaba numa caixa, numa urna. E o que é que fica? Deus diz que só permanecem os valores eternos: o nosso amor para com Deus e os homens e o seu amor por mim, porque Deus e os homens são valores eternos. Tudo o mais é passageiro.

Quais são as suas prioridades? Os valores eternos ou os passageiros?

Texto da semana: Lucas 10.25-37

Quem é, afinal, este Jesus ?

Quem é, afinal, este Jesus ?

A resposta de Brend tocou-me; ele deu-me autorização para citar aquilo que escreveu:

«Jesus é alguém que acabei de descobrir. Na nossa educação tradicional, Jesus é colocado num pedestal, a uma distância que está fora do nosso alcance, como uma celebridade. Mas eu penso que isso é falso. Jesus não quis ter fãs ou admiradores, mas imitadores e discípulos; o seu lugar é ao lado de  cada ser humano. Eu creio e estou convencido que com ele podemos passar momentos preciosos. Ele é o nosso Salvador e o nosso Deus, mas também quer ser nosso amigo e conselheiro; alguém com quem podemos partilhar coisas banais, que faz parte das nossas vivências, e nos dispensa compreensão. Se há alguém que saiba o que significa viver, esse alguém é mesmo o Filho de Deus feito homem, a personificação do dom da vida.»

Texto da semana: Marcos 8.27-38

Vai encontrar esta pergunta no nosso curso bíblico online ou envie email para portugal@msd-online.ch

Queda dolorosa

Queda dolorosa

Num dia de bom tempo, dois caminhantes encontraram um letreiro: «Caminho barrado»; uma tempestade tinha derrubado muitas árvores; eles avançaram, apesar do aviso, o que resultou numa queda dolorosa para um deles.

Este acidente faz pensar; de onde vêm os sofrimentos deste mundo? Quando Adão e Eva foram tentados, a sedução também foi precedida por uma proibição por aquele que «conhece o terreno» e queria o bem deles. Mas eles preferiram ouvir a voz do mal que lhes dizia: «vocês serão iguais a Deus, este caminho não é perigoso».

De uma relação confiante com Deus, eles passaram a ter medo de Deus e abriram a porta ao mal. Os seus pensamentos, intenções e ações foram afetados com isso, trazendo-lhes toda a espécie de sofrimentos. Na cruz, rejeitado pelos homens, Jesus Cristo perdoa-nos e chama-nos a reencontrar uma relação de confiança com Deus.

Texto da semana: Romanos 5.12-19