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Abrigo Perigoso

Abrigo Perigoso

No decurso da segunda guerra mundial, dois soldados abrigaram-se debaixo de um camião para se protegerem de um raide aéreo. Quando de lá saíram, descobriram com um arrepio nas costas que o camião estava carregado de dinamite! Então compreenderam que se tivesse sido atingido, aquele camião ter-se-ia transformado num túmulo para eles.

Toda a gente procura proteger-se corretamente no momento certo: chapéu-de-chuva, guarda-vento, boia de salvação, para-quedas, abrigo, provisões de emergência, poupanças, seguros… qual será a melhor proteção?  Se confiarmos naquele que tudo pode, as nossas vidas nunca serão privadas da sua presença, mesmo nos piores momentos e em caso de catástrofe.

Ele não promete livrar-nos de tudo, mas assegura-nos que vai estar connosco todos os dias; o seu poder virá socorrer-nos na nossa fraqueza. Deus é o refúgio e o socorro que nunca nos faltará. Com Deus estamos em segurança desde agora e por toda a eternidade.

Texto da semana: Salmo 27

Sem conexão

Sem conexão

Novembro de 1956. No céu de Calder Hall erguiam-se as torres de arrefecimento da primeira central nuclear comercial do mundo. Num jornal apareceu um artigo intitulado: «Viver com o átomo, a vida com o átomo»; um jornalista descrevia as suas impressões acerca dessa imponente instalação. Que contraste entre a pobreza dos campos e o monstro tecnológico! À volta daquela central nuclear as pessoas continuavam a acender todos os dias as suas candeias de azeite e não tiravam qualquer benefício da enorme potência produzida na sua vizinhança!

Entre Deus e nós, entre o seu poder, os nossos limites e as nossas carências não existirá por vezes um desfasamento semelhante? Muitas pessoas se esforçam para agradarem a Deus de muitas maneiras, mas não conhecem o poder da nova vida que Deus desenvolveu através da morte e da ressurreição de Jesus. Jesus prometeu vir morar no coração daquele que crê, através do Espírito Santo. É assim que Deus pode agir eficazmente nas nossas vidas.

Texto da semana: Efésios 1.15-23

Bom senso ou contra-senso?

Bom senso ou contra-senso?

Conta-se que um guarda vigiava um jardim do palácio da rainha de Inglaterra. Interrogado acerca da função que desempenhava, respondeu que aquele cargo fora criado há mais de 100 anos. As pesquisas demonstraram que na época consistia em guardar uma espécie de roseira valiosa; hoje em dia não existe nada precioso naquele lugar.

Já realizou, por hábito, certas tarefas? Quantas coisas fazemos nós todos os dias, sem questionarmos a sua importância ou a sua  finalidade? Se pensássemos nisso, o nosso futuro talvez nos parecesse mais claro, libertando em nós forças e novas capacidades.

Ele convida-nos a confiar-lhe os nossos cuidados e os nossos medos na oração; deste modo ele poderá dar-nos forças e tornar a levantar-nos. Vamos ver o  nosso futuro através de um novo prisma, conduzidos pela palavra de Deus.

Texto da semana: Salmo 34

Quem vai nos comandos?

Quem vai nos comandos?

O paquete branco «Costa Concórdia» brilhava ao sol enquanto os passageiros embarcavam para um cruzeiro. Ninguém imaginava que o famoso navio se transformaria num túmulo para 32 deles. Cinco anos depois do acidente o capitão foi condenado a 16 anos de prisão.

Tal como um cruzeiro, a vida tem os seus encantos, mas também os seus riscos! Em quem confiaremos? Há quem pense que o melhor é confiarmos apenas em nós mesmos; à partida tudo corre bem, mas há tantas coisas que fazem balançar o navio! Outras pessoas apoiam-se em quem lhes  transmite tranquilidade e lhes parece fiável, mas um dia acabam por se encontrar lamentavelmente abandonadas.

Porque Deus é para mim um Pai de amor, porque Jesus Cristo é o meu Salvador e o Espírito Santo um consolador infalível; tenho a certeza de que chegarei a bom porto.

Texto da semana: Salmo 119.30–42

Calma no meio da tempestade

Calma no meio da tempestade

Vi recentemente um documentário sobre furacões. O que eles têm de fascinante é que o vento extremamente forte arrasa tudo à sua passagem, mas no centro do furacão o vento quase não se faz sentir.

Na nossa vida acontecem tempestades semelhantes, quando uma relação se quebra, ou o stress do trabalho se torna insuportável. Nessas ocasiões tudo nos cansa, tudo balança à nossa volta e nós perdemos o controlo, levados pela tormenta.

É então que Jesus nos chama, estando nós no meio do furacão, que afinal é o lugar mais seguro. Junto a ele encontramos a paz, mesmo na tempestade mais violenta. Podemos confiar-lhe todas as nossas angústias e deixá-lo acalmar as nossas tempestades. Não conseguimos escapar às tormentas, mas com Jesus podemos encontrar o socorro e a paz no meio do furacão.

Texto da semana: Hebreus 4.10-16