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A fé é uma relação

A fé é uma relação

Talvez já tenha ouvido dizer que a fé nos salva. O que é que isso significa? Crer é uma questão de confiança na salvação que Deus cumpriu. Esta salvação é um presente que podemos aceitar pela fé. Afirmar que Deus existe ainda não é confiança; podemos ter muitos conhecimentos religiosos e bíblicos e, no entanto, os nossos corações estarem muito longe de Deus. Cada pessoa deve abrir o seu coração a Cristo para ser salva. A fé é uma relação com Deus. 

Na primeira parte da sua vida, o apóstolo Paulo – ainda conhecido por Saulo – era um religioso fanático que detestava e perseguia os cristãos. Jesus fê-lo parar no caminho. Quando Paulo o reconheceu como seu Salvador, a sua vida mudou radicalmente. Ele reuniu todas as suas forças para levar a toda a gente a boa nova do perdão dos pecados. 

Será que já aceitou a salvação pela fé e começou uma relação pessoal com Deus? 

Texto da semana: Atos 26.4 a 18

O hábito faz o monge

O hábito faz o monge

Com roupa adequada, pode exprimir muitas coisas. Há estúdios fotográficos onde se pode vestir e ser fotografado em cenários diferentes; isto também é possível virtualmente, através de uma «App». 

Também pode alugar roupas muito elegantes para impressionar pessoas das suas relações, se isso lhe der satisfação. 

Mas com a «roupa» de que a Bíblia fala não é assim. É uma roupa invisível aos nossos olhos, mas que produz um efeito real naqueles que nos rodeiam. Vestir essa roupa é ficar revestido com o caráter de Cristo e ter uma fé incondicional nele; uma roupa invisível, mas muito real; essa roupa não se obtém nem virtualmente, nem através de qualquer meio humano, por mais sofisticado que seja. 

Às vezes pode haver hipocrisia na nossa maneira de estar quando queremos mostrar ser piedosos. Jesus é alérgico à hipocrisia, porque ele quer-nos abertos, honestos e transparentes diante dele e dos nossos semelhantes. Que desafio diário! 

Texto da semana: Romanos 13.11 a 14

Máscaras fúnebres

Máscaras fúnebres

Em 2012 esteve patente em Paris uma exposição de máscaras funerárias dos Maias. Essa máscaras tinham sido criadas por altos dirigentes religiosos e tinham como objetivo tornar o morto semelhante a uma divindade; elas teriam o poder de transfigurar o cadáver que as levava, concedendo-lhe a eternidade que o seu corpo não possuía. A boca deveria ficar sempre aberta para deixar passar o sopro da vida. Em todas as civilizações os homens refletiram no que se passa para além da vida terrestre; tentaram atingir a divindade para assegurarem uma boa vida no além. 

Isto não é de estranhar, porque «Deus também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade» (Eclesiastes 3.11); ele deu-nos o sopro da vida: um dia esta vida terrestre vai acabar e nós entraremos na eternidade. O que é que então se vai passar? Como saber? 

Podemos fazer alguma coisa para assegurarmos o nosso futuro na eternidade? Deus diz-nos que vamos continuar a viver depois da morte: na paz e na alegria da presença de Deus, ou separados dele para sempre. Porque Deus nos ama, ele oferece-nos uma vida para sempre junto dele depois da nossa morte. A escolha é nossa. 

Texto da semana: Salmo 90.1 a 12

O Espírito de Deus enche os crentes!

O Espírito de Deus enche os crentes!

O Pentecostes é tão importante como o Natal e a Páscoa. No Pentecostes, Jesus enviou aos homens o seu representante e consolador, o Espírito Santo, que garante a ligação entre Deus e nós; ele dá a conhecer a natureza de Deus e permite o diálogo entre Deus e os cristãos. 

Se eu confiar em Jesus, sei que o Espírito Santo vive em mim. Esta certeza muda tudo. Os meus encontros diários têm sentido, porque eu oro conscientemente pedindo a Deus que prepare esses momentos. As minhas relações são da melhor qualidade, porque o Espírito Santo torna-me mais amável. Consigo relativizar os meus sucessos, porque o Espírito Santo mostra-me as minhas fragilidades, e também onde posso encontrar verdadeiros valores e forças renovadas. Os meus fracassos não determinam a minha identidade porque tenho acesso ao perdão de Deus. Pentecostes alarga os meus limites, porque o Consolador, o Espírito Santo, está sempre comigo. 

Texto da semana: João 14.15 a 27

O fracasso faz parte da vida

O fracasso faz parte da vida

Ramstein, 1988. Um acidente do esquadrão italiano de acrobacia aérea «Frecce Tricolori», mata 70 pessoas. O primeiro Ministro alemão da Renânia-Palatinado perguntou, na ocasião das homenagens: «Ainda se pode acreditar em Deus?» e concluiu acertadamente: «Se não acreditarmos em Deus agora, a nossa esperança acaba com os nossos limites». 

O fracasso faz parte da vida desde que aprendemos a caminhar; o que nos teria acontecido, se os nossos pais não nos tivessem dado a mão? Como nenhum outro livro no mundo, a Bíblia fala-nos honestamente no fracasso; mostra-nos que sem Deus ficamos sozinhos nas dificuldades. 

Mas Deus estende-nos a mão! 

Já passou por fracassos profissionais? Por relações cortadas? Perdeu a sua boa reputação? Caiu no vício e não consegue deixar a dependência? Para Jesus nada é impossível. Ele quer aliviá-lo e libertá-lo por completo. Deus dá-nos uma esperança que vai além de todos os limites. 

Texto da semana: Mateus 12.15 a 21