O perdão não conhece limites
14. Junho. 26

O homem estava profundamente endividado. Ajoelhou-se perante o rei e implorou-lhe que lhe perdoasse a dívida. Então, o rei foi tomado pela compaixão. Mal este homem ficou em liberdade, dirigiu-se ao seu colega, que lhe devia uma quantia modesta. Este implorou-lhe que fosse paciente com ele, até que pudesse pagar tudo. O impiedoso mandou prender o seu colega. Quando o rei soube disso, ficou muito zangado e mandou prender e torturar o devedor de coração duro, até que este tivesse pago tudo.

Jesus contou esta parábola aos seus discípulos porque eles discutiam sobre quantas vezes se deve perdoar alguém. Nesta parábola, Jesus comparou a culpa ao dinheiro. – Todos os dias, magoamo-nos uns aos outros várias vezes com palavras e atos. Cometemos faltas uns contra os outros e precisamos de perdão.

Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?” Jesus respondeu: “Eu digo a você: Não até sete, mas até setenta vezes sete.

Mateus 18,21b-22

Jesus deu a sua vida em troca do nosso pecado. Por isso, Ele pede que também nós perdoemos aqueles que nos tratam injustamente.

É muito difícil para ti perdoar os teus «inimigos»?

Testo da semana: Mateus 18, 21-35

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