Para quem nos voltaremos?
30. Agosto. 20

A vida não é um rio que corre docemente! Quando perdemos um ente querido, quando uma série de más notícias nos cai em cima, quando os nossos amigos nos abandonam, que pensar? Que fazer? Onde encontraremos conforto e consolo?

A história de Jó é um bom exemplo. «Se ao menos fosse possível eu pesar o meu desespero, colocar todas as minhas desgraças numa balança! Seriam mais pesadas do que a areia do mar», disse Jó no mais profundo sofrimento. Os amigos foram consolá-lo, mas a conversa deles só piorou a situação. «Vocês são insensatos. Quando deixarão de me dizer palavras vãs?», disse-lhes Jó.

Quem sou eu para compreender o sofrimento do meu próximo? O sofrimento de cada um é pessoal, diferente. Calarmo-nos, fazermos companhia em silêncio é muitas vezes melhor. O próprio Jesus chorou com os discípulos enlutados. Ele encorajou e apaziguou o coração daqueles que passavam pela provação ajudando-os a prosseguir no caminho.

Deus não mudou. Ainda hoje, quando passo por dificuldades, ele compreende-me perfeitamente e posso dizer-lhe tudo. Cabe-me a mim depositar nele a minha esperança, porque ele tem projetos para mim, para agora e para a eternidade.

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