Entrei em casa de um amigo que falecera dois anos antes. No interior apenas restavam alguns móveis; eu conhecia bem aquela casa, porque ia lá, todas as semanas, visitar o meu amigo. Mas agora era diferente, sem a presença dele aquela casa parecia-me outra, eu sentia-me numa casa estranha. Um arquiteto disse-me: «Habitar é transformar». Dependendo de quem a habita, uma casa torna-se um lugar mais ou menos acolhedor, sossegado, onde nos sentimos bem.
Antes de voltar ao céu, tendo vivido um pouco mais de trinta anos na nossa terra, Jesus Cristo prometeu aos seus discípulos que Deus iria enviar o seu Espírito Santo.
Isso aconteceu no primeiro Pentecostes. Quando Deus enviou o Espírito Santo, o coração dos cristãos foi transformado; Deus fez deles pessoas novas, com novas qualidades. Ele tornou-os capazes de amar o próximo, de lutar contra o mal, de viver em harmonia com Deus.
Na Bíblia, Deus mostra-nos os limites: somos incapazes de atingir a perfeição sozinhos, de receber a vida eterna. Se compreendermos a nossa necessidade de sermos libertos do mal e o convidarmos a entrar na nossa vida, Deus virá habitar em nós. A sua presença vai-nos transformar, fazer de cada um de nós um novo ser. O seu Espírito vai-nos aconselhar, encorajar e ajudar-nos a viver uma vida cheia de sentido, uma vida capaz de agradar a Deus.
O Pentecostes é tão importante como o Natal e a Páscoa. No Pentecostes, Jesus enviou o seu representante e consolador, o Espírito Santo, à humanidade. O Espírito Santo é o fiador do vínculo entre Deus e nós. Ele dá-nos a conhecer a natureza de Deus e permite um diálogo entre Deus e os cristãos.
Se eu confiar em Jesus, sei que o Espírito Santo vive em mim. Esta certeza muda tudo. Os meus encontros diários são significativos, porque oro conscientemente para que Deus esteja a preparar estes momentos. As minhas relações são melhores porque o Espírito Santo me torna mais amável. Coloco os meus sucessos em perspectiva porque o Espírito Santo me mostra as minhas fraquezas e onde posso encontrar verdadeiros valores e novas forças. Os meus fracassos não determinam a minha identidade, porque encontro o perdão em Deus. O Pentecostes alarga os meus limites porque o Consolador, o Espírito Santo, está sempre comigo.
Jesus diz: Não, não vos deixarei sozinhos como órfãos, mas voltarei para vós.
O Pentecostes é tão importante como o Natal e a Páscoa. No Pentecostes, Jesus enviou o seu representante e consolador, o Espírito Santo, à humanidade. O Espírito Santo é o fiador do vínculo entre Deus e nós. Ele dá-nos a conhecer a natureza de Deus e permite um diálogo entre Deus e os cristãos.
Se eu confiar em Jesus, sei que o Espírito Santo vive em mim. Esta certeza muda tudo. Os meus encontros diários são significativos, porque rezo conscientemente para que Deus esteja a preparar estes momentos. As minhas relações são melhores porque o Espírito Santo me torna mais amável. Coloco os meus sucessos em perspectiva porque o Espírito Santo me mostra as minhas fraquezas e onde posso encontrar verdadeiros valores e novas forças. Os meus fracassos não determinam a minha identidade, porque encontro o perdão em Deus. O Pentecostes alarga os meus limites porque o Consolador, o Espírito Santo, está sempre comigo.
Jesus diz: Não, não vos deixarei sozinhos como órfãos, mas voltarei para vós.
João 14,18
Texto da semana: João 14.15-27 Quer mudanças na sua vida? Que tipo de alterações?
Acerca desta personagem histórica pode dizer-se o melhor e o pior. Deixo aos historiadores e aos filósofos cruzarem fogo sobre este grande homem, pequeno em estatura. Napoleão fez muitas declarações interessantes. Um dia disse: «não acredito nas religiões; mas quanto à existência de Deus…» e, apontando para o céu concluiu: «quem foi que fez tudo isto?».
Aquele que fez tudo isto ultrapassa-nos, mas a Bíblia diz-nos muitas coisas para podermos conhecer Deus.
É um Deus de luz e nele não se pode encontrar nenhum mal. Tudo aquilo que sabemos acerca do mal nesta terra deve-se exclusivamente à atividade humana.
É um Deus de verdade e de justiça: nenhuma culpa lhe pode ser atribuída. É um Deus ao qual nada pode ser escondido, porque ele sabe tudo sobre as nossas vidas e sobre o que se passa neste mundo que ele não abandonou, muito pelo contrário. Porque antes de tudo, ele é um Deus de amor.
Ele responde aos sofrimentos causados pela humanidade, vindo até ela para lhe oferecer perdão e restauração.
Há tantas outras características que Deus nos revela na Bíblia sobre si mesmo, que não as poderíamos descrever aqui. Que cada um possa descobri-las através da sua leitura.
No dia 24 de outubro de 2017, em Joanesburgo, na África do Sul, o britânico Tim Morgan elevou-se ao céu e fez um percurso de 25km durante duas horas, suspenso por uma centena de balões de hélio, parecidos com os balões que são oferecidos às crianças em dias de festa. Quando quis regressar à terra, teve de rebentar alguns balões, para pousar no solo são e salvo. Subir ao céu, que desafio! Este homem deve ter gasto bastante tempo para poder realizar o seu projeto. Conseguiu elevar-se ao céu durante pouco mais de cem minutos; depois foi necessário voltar sem se magoar.
O Evangelho fala da ascensão de Jesus até ao céu. Depois de ter passado pouco mais de trinta anos na terra, Jesus voltou para o céu. Não foi um acontecimento inesperado, porque Jesus tinha avisado os seus discípulos e preparou-os para essa partida. Ele subiu ao céu porque a sua missão aqui estava cumprida: dar a vida na cruz para que os nossos pecados sejam perdoados. Foi desta forma que ele pagou o preço da salvação de todos aqueles que crêem.
Jesus está agora na glória do céu. Foi o primeiro a entrar e deseja que sejamos muito numerosos a estar lá com ele. Ele está a preparar um lugar para todos os que reconhecem os seus erros e depositam nele a sua fé. Um dia virá buscar-nos para nos receber no seu céu de glória. Que grande festa, que não durará apenas alguns minutos!
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