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As coisas boas levam o seu tempo

As coisas boas levam o seu tempo

Uma mulher contou-me recentemente sobre a sua primeira tentativa de fazer pão em casa. Na verdade, ela mal tinha tempo para isso. Mas tinha-se metido na cabeça: «Hoje quero fazer o meu próprio pão.» Apressadamente, reuniu os ingredientes, preparou a massa – e lá foi ela para o forno.

A desilusão foi grande quando, mais tarde, provou o pão acabado de fazer. Não sabia a «nada», era simplesmente insípido. Na sua impaciência, não se tinha concentrado devidamente e tinha-se esquecido do mais importante: o sal.

Precisamos de paciência. É isso que a Bíblia nos ensina. Muitas coisas foram destruídas pela impaciência. Não são só os bens materiais que podem ser destruídos – também as relações sofrem com a impaciência.

Por isso: não tenhas pressa. Sê paciente contigo próprio e com os que te rodeiam. Reflete: o que se passa na minha vida – hoje? Amanhã? Daqui a um mês? Uma coisa é certa: para descobrires o que Deus quer de ti, precisas de paciência e tempo. As respostas rápidas revelam-se muitas vezes maus conselheiros.

Vocês têm de perseverar, para que, depois de terem cumprido a vontade de Deus, recebam o que Ele prometeu.

Hebreus 10,36

Texto da semanaTiago 5,7-11

Foi apenas sorte?

Foi apenas sorte?

Quando tentei desviar-me de uma pedra na estreita estrada dos Alpes, ouviu-se um estrondo enorme. O nosso carro foi violentamente sacudido.

Preocupado, olhei por baixo da carroçaria para ver se, por acaso, um tubo de travão se tinha partido ou se o cárter de óleo tinha ficado com um buraco. Milagrosamente, apenas a chapa do piso estava ligeiramente danificada. Isto poderia ter acabado de forma bem diferente.
Quantas pedras já ceifaram vidas preciosas.

Será que tivemos simplesmente mais uma vez sorte?

Todos os dias, na oração, coloco toda a nossa família nas mãos de Deus e confio-a à Sua proteção. O nosso Criador sabe quantos cabelos temos na cabeça. Por isso, posso confiar-Lhe com toda a confiança cada detalhe da minha vida.

E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos.

Mateus 28,20b

A proteção é uma dádiva que ninguém pode merecer. Deus não nos promete uma vida sem problemas. Quem confia n’Ele pode ter a certeza de que Ele estará sempre ao meu lado, em qualquer lugar.

Não será isto muito mais do que simplesmente ter tido um pouco de sorte?

Texto da semana: Mateus 28

És hospitaleiro?

És hospitaleiro?

Eram quase as doze e chegaram algumas pessoas ao nosso escritório. Tinham viajado cerca de uma hora e eu conhecia-as apenas de vista. Depois de lhes ter fornecido as informações necessárias, pensei onde é que elas iriam almoçar. – Estava frio lá fora e, no meu coração, surgiu-me a ideia de os convidar para almoçar. Fui rapidamente à sala ao lado e liguei à minha mulher, a quem expliquei o que se passava. – Satisfeito com a resposta positiva, convidei as pessoas para almoçar.

Não se esqueçam da hospitalidade; foi praticando-a que, sem o saber, alguns acolheram anjos.

Hebreus 13,2 

À mesa do almoço, desenvolveu-se uma discussão muito animada. As crianças estavam interessadas em saber mais sobre a «mentalidade romanda», porque estavam precisamente a discutir a Revolução Francesa na escola. As bocas famintas foram saciadas, as perguntas respondidas e os laços reforçados. A minha mulher irradiava satisfação ao pensar que tinha alimentado alguns «anjinhos» famintos.

Texto da semana: Lucas 1,46-55

O verdadeiro amor!

O verdadeiro amor!

Dawson Trotman foi arremessado para fora do barco desportivo do seu amigo durante um passeio. O mesmo aconteceu a outra passageira, que não sabia nadar. Dawson salvou a mulher, mas, para ele próprio, o barco de salvamento chegou tarde demais. Este homem sacrificou a sua vida por uma pessoa que não conhecia. O seu amor pelo próximo provinha da sua profunda relação com Jesus. Essa fonte de força moldou a sua personalidade altruísta.

O verdadeiro amor comove-nos, seres humanos, porque nunca procura o próprio benefício. Jesus encarnou esse amor verdadeiro. Ele sacrificou a sua vida por amor incondicional a nós, seres humanos. Quem aceita esse perdão e vive com ele está reconciliado com Deus.

Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.

1. João 4,10

Texto da semana: 1. João 4,7-21

Vergonha e dignidade

Vergonha e dignidade

“Que vergonha!” Estas eram as palavras que mais ouvia da mãe, e levaram-no ao mundo da droga, depois à prisão e quase à morte. A vergonha é um sentimento que oprime, acusa, fere e é quase insuportável. Por isso, muitas pessoas escapam para o entorpecimento emocional, para comportamentos agressivos ou autodestrutivos. Para abafar a sua própria vergonha, envergonham, ridicularizam, expõem, humilham ou assediam os outros. Desta forma, a vergonha sobrevive durante gerações.

Os fariseus humilharam publicamente uma adúltera e quiseram apedrejá-la. Jesus disse: “Aquele que de entre vós estiver sem pecado seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra”. Impressionados com estas palavras, fugiram! Jesus deu à mulher a resposta libertadora: “Nem eu a condeno! Vai e não peques mais!”.

Jesus não condena um pecador arrependido! Através do perdão, recuperamos a nossa dignidade! Ele quer que vivamos reconciliados e livres.

Eu também não a condeno. Agora vá e abandone sua vida de pecado”.

João 8,11

Testo da semanaIsaías 42,1–9