by MSD Portugal | 12. Abril 2020
«A morte do luto»: gosto especialmente deste título de um livrinho sobre a ressurreição de Jesus Cristo. Pelo facto de Jesus ter ressuscitado, novas perspetivas foram abertas para nós.
«Sabemos que Cristo, por ter passado da morte à vida, já não morrerá. A morte nunca mais terá poder sobre ele.»
Romanos 6:9
Jesus voltou definitivamente à vida. Ele é verdadeiramente o Filho de Deus, a ponte entre Deus e os homens; ele é a vida, por isso pode dar vida eterna a todo aquele que nele crê. Algumas pessoas vão a Israel para verem os lugares onde Cristo viveu, assim como o seu túmulo; mas isso não nos dá a fé.
Alguém afirmou: «Cristo não fala aos arqueólogos, nem através deles, mas pelo Espírito Santo e o testemunho dos profetas e dos apóstolos»
«Assim a fé vem daquilo que se ouve e o que se ouve é o anúncio da palavra de Cristo»
Romanos 10:17
Através do Evangelho, descobrimos que Jesus morreu e ressuscitou para que nós fôssemos libertados do mal, para receber a vida de Deus. A nossa vida não acaba depois da morte, porque há uma vida para além da morte, na presença de Deus.
«Se com os teus lábios confessares que Jesus é o Senhor e no teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo»
Romanos 10:9
Estas palavras transformaram a vida de pessoas do mundo inteiro e isto ainda acontece hoje em dia. Para os cristãos, a Páscoa é a celebração da vida: Jesus está vivo hoje, vivo para sempre!
Ler na Bíblia: Mateus 28:1 a 10
by MSD Portugal | 5. Abril 2020
Já ouviu falar do general Lafayette? Era um homem excecional sob vários aspetos, tanto como oficial, como homem político francês.
Apenas com 20 anos, desempenhou um papel fundamental na guerra da independência da América, ajudando-a a libertar-se do domínio da Inglaterra. Depois dos numerosos serviços prestados à França, Lafayette foi injustamente acusado de traição, preso e até torturado.
Quando foi ajudar os americanos na sua guerra da independência, o general declarou: «É na hora do perigo que desejo partilhar a vossa situação. Não quero obter de vós mais do que o favor de me deixarem combater como um simples soldado, voluntário e sem remuneração» Não será isto um magnífico exemplo de desinteresse?
Na história da humanidade existem muitos outros exemplos de desinteresse, mas nenhum é tão grande como o exemplo que Deus nos deu, renunciando à sua Glória; ele revestiu-se de um corpo humano, deixou-se ridicularizar, escarnecer e ser condenado à morte mais atroz pelo suplício da cruz, normalmente reservada aos criminosos, aos traidores, às pessoas desprezíveis.
Nesta semana que nos faz passar pela sexta-feira santa, paremos e reflitamos no amor totalmente desinteressado de Deus para connosco e no perdão de todos os nossos pecados, adquirido pela morte de Jesus na cruz.
Ler na Bíblia: Filipenses 2:6 a 11
by MSD Portugal | 29. Março 2020
O transplante, única esperança para muitos doentes, não é, infelizmente, possível para todos. Um dia, uma senhora condenada à morte por causa da sua insuficiência cardíaca conseguiu beneficiar de um transplante.
Ela disse: «Os primeiros momentos quando acordei depois da cirurgia são indescritíveis: o incrível sentimento de ter renascido, uma plenitude… voltei à vida, respiro sem dificuldade! É o melhor de todos os presentes.»
Todos nós nascemos um dia, mas também precisamos de nascer para a vida espiritual, a vida que vem de Deus. Esta nova vida é receber um coração novo, é como um transplante.
E esse transplante está ao alcance de todos, com a garantia de que não haverá rejeição. O doador é o próprio Jesus Cristo que transforma o nosso coração para que ele deseje o que é bom, belo e verdadeiro. Esta cirurgia é possível porque na cruz a vida de Jesus se esvaziou para entrar em nós.
Há milhões de pessoas que podem testemunhar sobre este transplante que transformou as suas vidas, que lhes deu a possibilidade de dizerem não ao mal. São pessoas que experimentam a alegria do perdão, da libertação, aprendem a viver de forma diferente. Deus, que age na vida de quem se volta para ele, diz:
«Vou dar-lhes um só coração e um espírito novo. Retirarei o seu coração de pedra e dar-lhes-ei um coração humano obediente»
Ezequiel 11:19
Aquele que recebeu a vida de Deus é transformado no seu interior e isso vê-se na sua vida do dia a dia.
Ler na Bíblia: João 3:1 a 8
by MSD Portugal | 22. Março 2020
O juiz de instrução não pode constituir arguido alguém que ainda não foi ouvido. Ser constituído arguido resulta, então, de um primeiro interrogatório diante do magistrado que vai fazer a instrução do processo, também chamado interrogatório de primeira audiência.
Ser instituído arguido pode implicar julgamento no tribunal competente e resultar numa condenação.
Quando a sentença conduz a uma pena concreta, é necessário «pagar» de uma maneira ou de outra; a condenação ficará escrita e da mesma se dará conhecimento às autoridades. Ficando exarada no registo criminal do condenado, essa sentença terá consequências futuras, por exemplo, quando se procura um emprego.
Mas Deus não procede do mesmo modo connosco, porque já conhece tudo acerca de cada um de nós: nada está escondido aos seus olhos. Ele não tem necessidade de instrução do processo; «tudo está escrito e registado».
Deus também não toma o culpado por inocente; simplesmente oferece-lhe a possibilidade de ser totalmente perdoado, a fim de que nenhum rasto dos seus maus atos seja futuramente encontrado nos «registos do céu».
Ao culpado que reconhece os seus erros, Deus oferece perdão; melhor ainda, Jesus fala daquele que é perdoado como sendo seu irmão e seu amigo.
E tudo isto é possível porque Jesus se deixou condenar voluntariamente em nosso lugar. Para meditar!
Ler na Bíblia: Lucas 8:36 a 50
by MSD Portugal | 15. Março 2020
É lamentável sabermos que os políticos nem sempre são honestos. Os que são eleitos não podem escapar à rapidez da internet e das redes sociais. Como cada cidadão, eles são marcados, avaliados, espiados. Ser eleito e resistir obriga a tornar-se honesto. Ou então ser muito inteligente e espertalhão: conseguir não ser apanhado!
Mas Deus funciona num outro registo. Ele encarnou no homem Jesus que veio habitar no meio dos seres humanos, sem os condenar. Deus, cujo amor e justiça são perfeitos, não tem nenhuma ilusão acerca da humanidade; ele conhece-a muito bem!
É isto que Jesus Cristo anuncia aos homens, mesmo aos piores dentre eles:
«Deus amou de tal modo o mundo que entregou o seu Filho único, para que todo o que nele crer não se perca, mas tenha a vida eterna. Não foi para condenar o mundo que Deus lhe enviou o seu Filho, mas sim para que o mundo fosse salvo por ele».
João 3.16-17
Contrariamente ao que acontece com os políticos que fazem denúncias para prejudicar os outros, tentando fazer crer que eles são melhores, Deus não condena os homens, mas dá-lhes a possibilidade de lhes perdoar e transformar o seu coração. Para isso ser possível, Jesus assumiu o mal cometido pelos homens de todos os tempos; aceitou submeter-se ao justo julgamento de Deus em lugar de todos os seres humanos.
É isto que a Bíblia chama salvação: salvação, o presente do Deus de amor.
Ler na Bíblia: Romanos 10